quinta-feira, 25 de setembro de 2014

ANIVERSÁRIO DOS COMDOR'es

COMEMORAÇÃO DOS 5 ANOS DOS COMDOR'es
Agosto/2014

(Clique nas imagens para ver em tamanho original)

Comemoração  na chácara do Renato. 
Da esq. para dir: Regimar, Reginaldo (convidado), Galvão (em pé), Renato (sentado), Humberto (em pé), Nilson (sentado), Vilson, Wellington e Pedro Polako. 






Antes que as águas corressem abaixo do céu, já pairava o espírito do motociclista sobre a terra. Aconteceu então que chegado à época o espírito desceu à terra e montou sobre a moto, ele percorreu os vales, cortou o vento, subiu os montes, descortinou a natureza e se fez aventura. Desde então o afã de liberdade do Novo Homem percorre as estradas.

No princípio, Regimar e Vilson avistaram do escritório, situado no 9º andar, a imensidão do planalto central que se estendia depois dos altos edifícios do setor comercial sul, além do lago Paranoá e da torre de TV, alem da cidade de Sobradinho e do setor Park Way. E se deram conta que existiam muitas e muitas estradas a serem percorridas. Então os dois compraram cada qual uma motocicleta. E assim se deu a origem do grupo Comdor’es.

Gênesis dos Condor’es:
“Ide e procurai àqueles que formarão os Novos. Não os separe por marcas, nem por cilindradas, nem por cores, nem por nacionalidades. Sejais todos um só. Os encontrarão nos mais diversos e variados lugares; nos semáforos, nas oficinas, nas revendedoras de motocicletas, nos supermercados, nos postos de gasolinas, nos hotéis, nos encontros de motociclistas ou nas antigas amizades ou na fortuidade da vida” . E assim se cumpriu: Regimar e Vilson que chamam Luiz, que chama Alexandre que Chama José Francisco que Chama Pedrão. Luiz que chama seu amigo Renato. Vilson que chama Nilson – ao abastecer a motocicleta. Vilson que chama Wellington –ao encontra-lo numa oficina de moto-. Wellington que chama Ricardo – ao encontrá-lo no estacionamento de um supermercado. Pedrão que chama Galvão – amigo que há anos não se encontravam. Wellington que chama Afonso – amigos do anos 70 do século passado, Wellington que chama Ronald, Humberto que é arrebatado quando os Comdor'es se encontravam ,num sábado, na loja da Harley. (E aqui se inscreverão outros que virão).

Agosto, quando o frio já não é tão forte quanto o mês anterior e já predomina a secura e o vento forte. E quando os ipês e os pés de pequi intumescem suas extremidades para  expulsar suas flores de cores amarelas, roxas e brancas nós nos reunimos na chácara do Renato para comemorar o lustres ( 5 anos) dos Comdor’es: Vilson, Regimar, Luiz, Renato, Pedrão, Nilson, Galvão, José Francisco, Wellington e o Reginaldo irmão do Regimar.

Churrasco, cerveja, refrigerante, o canto do Gilbetto Miller acompanhado por seu violão elétrico, o som da gaita tocada pelo Pedrão, a percussão executada pelo Nilson nos provoca emersão de recordações individuas e ou vividas conjuntamente durante os passeios que já realizamos.
Risos, gargalhadas, troças e planos de novas aventuras encontravam tolerância na musica e na cidade de Brasília que se quedava, ao longe, silenciosa e diáfana abaixo de onde nos encontrávamos.
Os amigos e companheiros de estrada (Ricardo,Ronald, Alexandre, Afonso) que não puderam comparecer ao encontro, se faziam presentes nas repetidas vezes que invocávamos seus nomes para rememorar os dias desfrutados juntos sobre nossas motocicletas, ou para os incluir nos planejamentos de  futuras aventuras.

(Escrito por: Wellington)

Um comentário:

Ricardo Zani disse...

Ótima narrativa, amigo Wellington. Parabéns pelo texto!!