terça-feira, 31 de maio de 2016

GUIA BÁSICO PARA VIAGENS EM GRUPO


Viajar em grupo é legal? A ideia dominante diz que é ótimo. Mas entre os mais experientes, alguns dirão: depende. 

Pode ser muito legal, porque você não irá se sentir tão só na imensidão das estradas, poderá fazer da viagem um prazer compartilhado, curtir as amizades e o companheirismo, viver momentos divertidos e, também, contar com apoio mútuo e ajuda nas emergências. Para completar, tem aquela sensação de pertencer a um grupo forte, estiloso e respeitado. 

Mas, como tudo tem seu preço, existe o outro lado da história. Por exemplo: em uma viagem longa, é natural (e quase certo) que cada participante terá pelo menos um problema, ainda que seja um simples imprevisto fácil de resolver. O resto é matemática... Multiplique esse problema pelo número de participantes. Agora, considere que, por uma óbvia questão de solidariedade, o problema de um será problema de todos. Conclusão: num grupo de 10 motos, todos terão pelo menos 10 problemas durante a viagem. 

É bom pensar, também, na sintonia do grupo. Quanto mais diversificado ou heterogêneo, menor é a chance de organização. Categoria de moto, nível de experiência de cada um, tocada, autonomia, expectativas pessoais e até idade das pessoas são fatores que interferem. Outra coisa: se cada um inventar um lugar extra para visitar ou uma parada que não estava prevista, a matemática é a mesma. Multiplique isso pelo número de participantes. E se cada um resolver abastecer ou urinar em um momento diferente? Por essas e outras, quanto mais homogêneo for o grupo, maior a chance de sintonia e organização.    

Por isso, algumas dicas ou mesmo um guia básico pode ajudar. A propósito, já vi muitas dicas e vários guias sobre viagem de moto em grupo, mas não sei de nenhum que se possa considerar completo ou bem atualizado. Nem vai aqui a pretensão de fazê-lo. 

Recentemente, encontrei um que parece abranger de forma clara e objetiva as questões principais (link abaixo). Mesmo assim, existem outros pontos que desde já seria oportuno acrescentar ou enfatizar: 

- Aqui vai uma dica para quem anda em grupo ou sozinho. São cada vez mais frequentes os acidentes em que a moto é atingida por trás. Uma das prováveis explicações para isso é o hábito arriscadíssimo e cada vez mais comum de motoristas teclarem ao celular enquanto dirigem. Assim, é bom pensar em como se proteger para não ser atingido na traseira ao parar no cruzamento ou reduzir a velocidade no quebra-mola ou faixa de pedestre. Perguntei sobre isso a um experiente instrutor de pilotagem. "Antes de parar ou reduzir, o mais seguro é se posicionar entre os carros ou rente ao meio-fio", disse ele.
- Não parece boa ideia ter na primeira ou segunda posição do comboio motos sem nenhuma proteção contra linhas de cerol.
- Nas ultrapassagens, quando o companheiro da frente inicia um manobra, não vá no vácuo, colado nele. Nunca é demais lembrar que, por diversas razões, ele pode desistir e querer voltar para a posição em que estava. 
- Em vez de vários participantes levarem os mesmos equipamentos de emergência, como compressor de ar, espátulas, esticadores para amarrar a moto e outros acessórios volumosos, é mais prático que cada moto leve um deles. É questão de combinar antes. Da mesma forma é o pedágio. O procedimento ideal é que somente um faça o pagamento de todos. Pode haver revezamento (em cada pedágio um companheiro paga por todos) ou prévia designação de um "tesoureiro". Se possível, leve um porta-moedas ou carteira só para o dinheiro do pedágio. Entregue o porta-moedas à moça do guichê, peça que ela mesma retire o dinheiro necessário e que guarde ali o troco.
- Cruzar semáforo é outro momento em que o grupo pode se desorganizar. Duas opções: ou o grupo se compacta para que todos tentem passar juntos (nesse caso, o líder só avançará se tiver certeza de que há tempo para todos passarem) ou ele avança, mas irá reduzir ou parar logo adiante, até que o último se junte ao grupo. 
- Outra situação que pode ser complicada é andar em comboio numa cidade muito movimentada, que ninguém do grupo conheça. Melhor evitar essa situação, pois aí existirão pelo menos três problemas simultâneos: compreender o trânsito, encontrar o ponto de destino e "gerenciar" o grupo.
    
Leia mais, no site Andarilhar (clique aqui)

(Escrito por Ricardo Zani)

segunda-feira, 23 de maio de 2016

CAFÉ NO FLAMINGO

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Café no Posto Flamingo (Colorado), com direito 
a ver na TV o MotoGP da Itália, 
que teve na última volta um duelo digno de entrar 
para a história! 

22/5/2016

E/D: Ricardo, Wellington e Regimar





sábado, 7 de maio de 2016

CURVELO - MG


Viagem a Curvelo (MG) 
27 a 29/4/2016
Encontro de motos
Curvelo Motoshow 

 E/D: Humberto e Wellington



 Uma daquelas raridades que a gente só vê nos bons encontros



 Curvelo Motoshow 2016

 E/D: Humberto e Wellington