sábado, 27 de setembro de 2014

PARACATU 2014

Encontro em Paracatu-MG - 27/setembro/2014
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Luiz Afonso e Humberto

Wellington, Luiz Afonso e Humberto 

Regimar e Luiz Afonso

 Esq. para Dir.  Regimar, Luiz Afonso, Humberto e Vilson. 


Humberto e Regimar


Comdor'es recebem o troféu pela participação do grupo no evento.

Vilson, Humberto, Regimar, Wellington e Luiz Afonso

Esq. para Dir: Humberto, Regimar, Wellington, Vilson e Luiz Afonso

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

ANIVERSÁRIO DOS COMDOR'es

COMEMORAÇÃO DOS 5 ANOS DOS COMDOR'es
Agosto/2014

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Comemoração  na chácara do Renato. 
Da esq. para dir: Regimar, Reginaldo (convidado), Galvão (em pé), Renato (sentado), Humberto (em pé), Nilson (sentado), Vilson, Wellington e Pedro Polako. 






Antes que as águas corressem abaixo do céu, já pairava o espírito do motociclista sobre a terra. Aconteceu então que chegado à época o espírito desceu à terra e montou sobre a moto, ele percorreu os vales, cortou o vento, subiu os montes, descortinou a natureza e se fez aventura. Desde então o afã de liberdade do Novo Homem percorre as estradas.

No princípio, Regimar e Vilson avistaram do escritório, situado no 9º andar, a imensidão do planalto central que se estendia depois dos altos edifícios do setor comercial sul, além do lago Paranoá e da torre de TV, alem da cidade de Sobradinho e do setor Park Way. E se deram conta que existiam muitas e muitas estradas a serem percorridas. Então os dois compraram cada qual uma motocicleta. E assim se deu a origem do grupo Comdor’es.

Gênesis dos Condor’es:
“Ide e procurai àqueles que formarão os Novos. Não os separe por marcas, nem por cilindradas, nem por cores, nem por nacionalidades. Sejais todos um só. Os encontrarão nos mais diversos e variados lugares; nos semáforos, nas oficinas, nas revendedoras de motocicletas, nos supermercados, nos postos de gasolinas, nos hotéis, nos encontros de motociclistas ou nas antigas amizades ou na fortuidade da vida” . E assim se cumpriu: Regimar e Vilson que chamam Luiz, que chama Alexandre que Chama José Francisco que Chama Pedrão. Luiz que chama seu amigo Renato. Vilson que chama Nilson – ao abastecer a motocicleta. Vilson que chama Wellington –ao encontra-lo numa oficina de moto-. Wellington que chama Ricardo – ao encontrá-lo no estacionamento de um supermercado. Pedrão que chama Galvão – amigo que há anos não se encontravam. Wellington que chama Afonso – amigos do anos 70 do século passado, Wellington que chama Ronald, Humberto que é arrebatado quando os Comdor'es se encontravam ,num sábado, na loja da Harley. (E aqui se inscreverão outros que virão).

Agosto, quando o frio já não é tão forte quanto o mês anterior e já predomina a secura e o vento forte. E quando os ipês e os pés de pequi intumescem suas extremidades para  expulsar suas flores de cores amarelas, roxas e brancas nós nos reunimos na chácara do Renato para comemorar o lustres ( 5 anos) dos Comdor’es: Vilson, Regimar, Luiz, Renato, Pedrão, Nilson, Galvão, José Francisco, Wellington e o Reginaldo irmão do Regimar.

Churrasco, cerveja, refrigerante, o canto do Gilbetto Miller acompanhado por seu violão elétrico, o som da gaita tocada pelo Pedrão, a percussão executada pelo Nilson nos provoca emersão de recordações individuas e ou vividas conjuntamente durante os passeios que já realizamos.
Risos, gargalhadas, troças e planos de novas aventuras encontravam tolerância na musica e na cidade de Brasília que se quedava, ao longe, silenciosa e diáfana abaixo de onde nos encontrávamos.
Os amigos e companheiros de estrada (Ricardo,Ronald, Alexandre, Afonso) que não puderam comparecer ao encontro, se faziam presentes nas repetidas vezes que invocávamos seus nomes para rememorar os dias desfrutados juntos sobre nossas motocicletas, ou para os incluir nos planejamentos de  futuras aventuras.

(Escrito por: Wellington)

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

CHAPADA DIAMANTINA - BAHIA - MAIO/2014


Esq. para dir.: Pedro, Nilson, Regimar e Wellington.

Esq. para dir: Pedro Polako, Wellington, Galvão e Regimar.

Regimar e Galvão.

Nilson, Galvão, Regimar e Wellington



Ah, que desejo de permanecer mais um tempo sobre os altos da Chapada Diamantina de onde os olhos amiúdam para aproximar os longínquos campos de cujo chão nascem outras, mais outras e seguidas montanhas tortuosas.
Ao observar as dobras sobre dobras de tantas montanhas a se estenderem até aonde a vista esbarra em cores e formas inebriantes, sentimo-nos super-homem nietzschiano. 
Do alto da serra a alma é confrontada com os desejos alcançados e levianamente instiga novas aventuras.
Sobre as motocicletas, olhando para tantos passados vividos e agora a perseguir um futuro a ser ludicamente tramado, encontramos cúmplices nas almas livres dos companheiros de aventura.
Depois que as montanhas ficaram às costas, nossas motos curvam-se sobre a tortuosidade das estradas e enfileiram-se sobre os retões que nos levam aos mares da Bahia.
 Insanos devaneios que borbulham sob o vento rompido! O zuar das motos dá olhos às montanhas, sacode o adormecido sertão baiano e desperta desejos naqueles que nos assistem passar!
É sobre as motos que percorremos serenos e saudosos o passado, e impávidos tecemos desejos de futuro. É sobre nossas motos que nos acompanheiramos, mesmo separados alguns metros uns dos outros.
Nossas motos deslizam sobre o asfalto e se perseguem em fila indiana, curvam e descurvam, ora para a direita, ora para a esquerda.
De Correntina, a lembrança de Pedrão fazendo-se passar por artista da Globo, a distribuir autógrafos até se aventurar a chutar a bola que o levou ao chão! De Itacaré, a recordação de um mar calmo, acolhedor e disposto a nos sustentar no balanço das ondas se mescla à efervescência de turistas de língua espanhola e inglesa. De Canavieiras, o mar e a praia que nos pertenciam! Lá persistem os casarões de uma época da qual já ouvimos falar. Em Canavieiras, o Galvão inscreve seu nome na blusa da alemã, que não pronuncia uma palavra em português, mas que se faz entender pelo olhar, pelas mãos, pelo sorriso; o Nilson absorto nas ondas mansinhas que desbeiçam sobre a areia, talvez lhe trazendo as lembranças e a vontade de compartilhamento com tua mulher e com tuas filhas; o Regimar (quem sabe  acompanhado pelas lembranças do seu curumim, João Mauro?!)  percorre a areia fina sempre delimitada pelos altos coqueiros e pelas borbulhas do mar sobre a praia.
 Ah, as estradas! Elas reclamam por atenções. E as pessoas com quem cruzamos se espantam ao saberem que viemos de Brasília.
Infelizmente, a exuberância do céu, das serras da Bahia, das praias e do oceano contrasta com o infortúnio de muitos baianos que ainda vivem à margem das conquistas socioeconômicas deste Brasil.
Fica a esperança de voltarmos um dia, para vermos corrigida essa desigualdade...
Wellington
20/05/2014 

CONCENTRAÇÃO ANTES DO PASSEIO (FEV/2014)

Da esquerda para direita: Wellington, Humberto, Ricardo, Pedro Polako, Nilson e Regimar.

CONFRATERNIZAÇÃO - DEZEMBRO/2013

Esquerda para direita: Pedro Polako, Vilson, Nilson, (?convidado?) , Regimar, Luiz e Ricardo.

SERRA DO RIO DO RASTRO - JULHO DE 2013

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Esq. para dir: Ricardo, Wellington e Regimar.





Regimar (Castrolanda - Castro-PR)



Morro da Igreja em dia de frio e nevoeiro (ponto mais elevado de SC)



Retornando para Brasília: pausa no litoral catarinense.


Quatro mil e duzentos quilômetros de viagem, três motos, três amigos: Regimar, Ricardo e eu (Wellington).
É inverno, mas predomina um clima ameno. Não muito frio e pouco calor. Do Planalto Central vamos rodar os pneus de nossas motos (uma Honda, uma BMW e uma Harley) até às altitudes e curvas da Serra do Mar pelos lados de Santa Catarina, adiante da Serra do Rio do Rastro. Mas, antes, riscamos a secura de Goiás, as Gerais e os canaviais paulistas. Depois, Frutal-SP e Ibaiti-PR.
Em Ibaiti, que noite fria! Na manhã seguinte, as chuvas descem com fúria sobre nossas capas e capacetes. As motos respondem com rosnar fumegante à impertinência da água que obliquamente parece testar nossa obstinação. Bravas, bravas companheiras! Por volta das três da tarde, ainda sob chuva, resolvemos parar.
Noite dormida em Palmeira. No dia seguinte, com parte dos equipamentos molhados, iniciamos nosso quarto dia sobre as motos. Do alto da Serra, nos precipitamos nos vales encobertos pela neblina cinzenta e fria. As nuvens vistas dos vales, quase encostando aos recortes das Serras, estimulam nossas mãos a acelerar.
Seguindo para o sul, entrecortada pelas águas do Rio Itajaí surge Blumenau, e no dia seguinte estamos em Urubici. Mas, antes que a noite chegue por inteira, arriscamos subir o Morro da Igreja, ponto mais alto do estado de Santa Catarina. Em meio às nuvens, nossa visão limita-se a não mais que 80 metros. Muito, muito frio! Quando iniciamos a descida do Morro somos surpreendidos pela força intempestiva da luz alaranjada do sol rompendo a opacidade das nuvens.                                                      
No amanhecer, quando partimos de Urubici, dos pontos mais altos da estrada vamos compreendendo que a cidade encontra abrigo do frio e dos ventos nas encostas das Serras. Durante todo o percurso, trocamos informações e admiramos o esplendor e robustez das Serras riscadas pela negritude do asfalto sobre o qual os pneus de nossas motos acalcam. O sol tíbio nos acompanha, ora se escondendo detrás das nuvens escuras, ora nas matas de araucárias, ou aparecendo repentinamente em algum vão da Serra. Na parte mais alta da Serra do Rastro, as nuvens parecem estar a um salto de nossa vontade de apalpá-las.
Descemos cuidadosamente o asfalto molhado que se aperta entre os paredões e precipícios da Serra e onde suas 250 curvas se escondem sob a neblina molhada da manhã fria.
No final da tarde, trânsito pesado em Floripa! Buzinas, luzes caminhantes, arrancadas e frenagens. Após dormirmos em Florianópolis, costeamos o mar e beiramos a areia da praia de Itapema (Sta. Catarina).
Dormimos em Castro-PR e, na manhã seguinte, paramos em Castrolanda, pertinho do centro, para fazer fotos junto ao memorial construído em reverência aos holandeses que por ali fincaram a vontade de permanecer nas terras altas e frias deste Brasil.
Bem adiante, pernoitamos em Jaú-SP. Nas terras planas de São Paulo, boas estradas, pedágio e a imensidão dos canaviais. De Jaú, adentramos o triângulo mineiro e logo nos apartamos. Como estava previsto, Ricardo permanece em Uberaba, enquanto Regimar e eu vamos pernoitar em Uberlândia.
No dia seguinte, sob a secura de inverno no Centro-Oeste e sempre ladeados pela monotonia das plantações de soja, sorgo e milho, aproximamo-nos de Brasília. Quando avistamos a capital, o sol já desceu à linha do horizonte, mas sua luz ainda permite avistar a imensa torre de TV e os prédios do Plano Piloto.
Muitas imagens, saudosas recordações! Curvas fechadas, acelerações e desacelerações, ventos ululantes nos nossos capacetes. Ah, nossas motos! Grandes companheiras e cúmplices de emoções inesquecíveis! Ah, as noites! Elas nos serviam a cerveja, a comida fumegante. O cardápio em discussão: vamos de peixe? Que tal um vinho? A pizza, a carne na chapa exalando desejos. O arroz branquinho, o chucrute. Ah, as dúvidas: vai chover amanhã? Fará frio ou não? Pouco ou nada importava! Boas e longas conversas... E, por nove vezes, boa noite! Por dez manhãs, o café, o leite, os quitutes do Sul (pão de trança, biscoito santa fé, cuca...). Vontades e desejos renovados: nossa disposição! Bagagem conferida? Intercomunicadores ligados? Tudo ok? Então vamos nessa! E nossas motos, cada qual respondia a ordem de partida com o soar grave dos canos de escapamento. Se pela manhã o sol podia surpreender, no meio do dia podia chover e ao anoitecer podia fazer frio. Sotaques goianos, mineiros, paulistas, paranaenses, catarinenses. Diversos matizes sem apartar uníssonos sorrisos. Mulheres alegres, meninos curiosos, homens especulativos. Goianos e mineiros perdidos e encontrados no regaço de catarinenses de olhares azuis e tez branquinha. Amassando, acalcando, perfilando, revirando todos os 11 dias, fomos-nos aproximando, aproximando... Bons companheiros! De Blumenau e Itajaí, a efervescência dos jovens na rua. Nas hospedagens, água quente. Nos bares, cerveja geladinha, geladinha! No interior do país, o regozijo pelas manifestações e a esperança de que o Brasil vai (ou pode?) mudar.
Até a próxima!
(Escrito por Wellington Figueiredo)


BSB 30072013.

CIRCUITO NORTE DE MINAS


VIAGEM EM JULHO/AGOSTO DE 2012
Pirapora, Montes Claros, Januária, Vale do Jequitinhonha e Mucuri (Diamantina)
com passagem pelo Encontro de Motos em Três Marias
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SOBRE O DORSO DAS MOTOS PELAS GERAIS

O sol havia abdicado do seu calor desde ás três horas da tarde. Então se podia focá-lo sem franzir o cenho para observar um encarnado plácido a irradiar de amarelo, de rosa, de chumbo claro as poucas nuvens que sobrancelheavam o horizonte muito além do São Francisco, Velho Chico! Encostamos as motos sobre o calçadão de Pirapora e fomos até o balaustre do cais ouvir de perto o barulho surdo que as águas arrancavam das pedras semi-submersas. Pirapora! Pirapora de companheira, cúmplice, esposa? À noite, enovelando a garrafa de cerveja, soprou o ar leve, meio friozinho, vindo do São Francisco. Lingüiça mineira com boa conversa! À noite, o rumor continuado das águas do rio, encobriu nosso sono. Manhã de Sol! Rumo Norte. Sol e o agreste. Paisagem retorcida. A sumir no horizonte o rastro do asfalto é o guia! A cor marrom da vegetação esquálida pela carência de chuva somente é alterada pelas poucas casas brancas, azuis, amarelas... da beira de estrada. Paredões de pedras cinza formam escarpas íngremes. Nestes morros rusticidade, determinismo e falta de umidade rejeitam arvores e gramíneas esverdeadas. Januária. Ah, Januária! Januária de amor amante, de cabelos negros e longos?  No meio do Velho Chico alteia o dorso de areia para ser pisado, para ser deitado, para ouvir confidências, para ouvir musica e para beber cerveja sob barracões cobertos por palha seca. Na borda da areia fina, desnuda o São Francisco à espera do corpo seminu. À noite; torresmo, feijão tropeiro, ovo frito, galinha caipira, costelinha de porco e arroz branco. Complemento? Longos sorrisos, boas piadas e frias lambidas de sorvete. Pelas ruas de paralelepípedos, poucos carros, muitos transeuntes. Fiéis que retornam da igreja, jovens que se amontoam na praça. Luzes sonoras de celulares, conexão de internautas. Manhã nublada. Abastecimento das motocicletas. O vento forte perpendicularmente à estrada e o horizonte a pino leva à Itacarambi. Para salvaguardar os pedestres o aviso: “Multa de 20 reais para quem transitar de bicicleta pela calçada”. Em Itacarambi o Velho Chico desce manso, quase lascivo. Das motos sorrimos para ele. O velho Chico a balouçar suas águas se despede de nós! Fim do asfalto início do retorno. Do alto, pelos retrovisores, reflexos brilhantes de Montes Claros. Buzinas, caminhões pesados, semáforos, agencias de carros, muitos carros! Pujança econômica na Região! Na Praça de Bocaiúva cachorro vira-lata não leva chute, tem celular com câmera como testemunha. Manha fria.  Da região aonde prevalecem terrenos planos, as motos urram para serpentearem as montanhas altas, enquanto nossos olhares alcançam os picos distantes e os vales longínquos. Vales do Jequitinhonha! A imensidão das alturas altera a alma e chamusca com lembranças prazeres esquecidos. Lá do vale o serpentear dos rios e dos riachos faz emergir ardência de aventuras futuras. Flores miúdas, retorcidas e de cores pastéis, mineiramente tímidas, contrastam com o áspero do asfalto negro, liso, uniforme e inerte. Do alto do cruzeiro, plantado em pedra enegrecida, avista-se Diamantina firmemente agarrada nas escarpas íngremes. Que músculos titânicos conseguiram atapetar de pedra a cidade? Que amores cálidos ou ardorosos subiram e desceram tantas ladeiras? Quanto de ouro e de diamante esconderam os casarões? Diamantina! Chica da Silva! Do frio diamantino à represa de Três Marias. Amansaram o Velho Chico! Gordo, largo, deitado sobre solo profundo consegue somente beliscar as beiradas da terra. À noite os Tubarões do Velho Chico (clube de motociclismo) instigam motociclistas e motos a acendem a fogueira indelével do rock. Jaquetas de couros, bótons reluzentes, bandanas, anéis de caveira, transgridem fora das urbes sob a complacência do rio São Francisco e o instigam a saltar por sobre o concreto. Pela manhã depois da noite de sono mergulhante, emerge o dia com sol forte e secura gritante; a estrada conduz a Brasília.  

Escrito por: Wellington Gomes Figueiredo



JALAPÃO/TOCANTINS

JALAPÃO E PALMAS
VIAGEM EM ABRIL DE 2012
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