COMEMORAÇÃO DOS 5 ANOS DOS COMDOR'es
Agosto/2014
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Comemoração na chácara do Renato.
Da esq. para dir: Regimar, Reginaldo (convidado), Galvão (em pé), Renato (sentado), Humberto (em pé), Nilson (sentado), Vilson, Wellington e Pedro Polako.
Antes que as águas corressem abaixo do céu, já pairava o
espírito do motociclista sobre a terra. Aconteceu então que chegado à época o
espírito desceu à terra e montou sobre a moto, ele percorreu os vales, cortou o
vento, subiu os montes, descortinou a natureza e se fez aventura. Desde então o
afã de liberdade do Novo Homem percorre as estradas.
No princípio, Regimar e Vilson avistaram do escritório,
situado no 9º andar, a imensidão do planalto central que se estendia depois dos
altos edifícios do setor comercial sul, além do lago Paranoá e da torre de TV,
alem da cidade de Sobradinho e do setor Park Way. E se deram conta que existiam
muitas e muitas estradas a serem percorridas. Então os dois compraram cada qual
uma motocicleta. E assim se deu a origem do grupo Comdor’es.
Gênesis dos Condor’es:
“Ide e procurai àqueles que formarão os Novos. Não os separe
por marcas, nem por cilindradas, nem por cores, nem por nacionalidades. Sejais
todos um só. Os encontrarão nos mais diversos e variados lugares; nos semáforos,
nas oficinas, nas revendedoras de motocicletas, nos supermercados, nos postos
de gasolinas, nos hotéis, nos encontros de motociclistas ou nas antigas
amizades ou na fortuidade da vida” . E assim se cumpriu: Regimar e Vilson que chamam
Luiz, que chama Alexandre que Chama José Francisco que Chama Pedrão. Luiz que
chama seu amigo Renato. Vilson que chama Nilson – ao abastecer a motocicleta.
Vilson que chama Wellington –ao encontra-lo numa oficina de moto-. Wellington
que chama Ricardo – ao encontrá-lo no estacionamento de um supermercado. Pedrão
que chama Galvão – amigo que há anos não se encontravam. Wellington que chama
Afonso – amigos do anos 70 do século passado, Wellington que chama Ronald, Humberto
que é arrebatado quando os Comdor'es se encontravam ,num sábado, na loja da
Harley. (E aqui se inscreverão outros que virão).
Agosto, quando o frio já não é tão forte quanto o mês
anterior e já predomina a secura e o vento forte. E quando os ipês e os pés de
pequi intumescem suas extremidades para
expulsar suas flores de cores amarelas, roxas e brancas nós nos reunimos
na chácara do Renato para comemorar o lustres ( 5 anos) dos Comdor’es: Vilson, Regimar,
Luiz, Renato, Pedrão, Nilson, Galvão, José Francisco, Wellington e o Reginaldo
irmão do Regimar.
Churrasco, cerveja, refrigerante, o canto do Gilbetto Miller
acompanhado por seu violão elétrico, o som da gaita tocada pelo Pedrão, a
percussão executada pelo Nilson nos provoca emersão de recordações individuas e
ou vividas conjuntamente durante os passeios que já realizamos.
Risos, gargalhadas, troças e planos de novas aventuras
encontravam tolerância na musica e na cidade de Brasília que se quedava, ao
longe, silenciosa e diáfana abaixo de onde nos encontrávamos.
Os amigos e companheiros de estrada (Ricardo,Ronald, Alexandre,
Afonso) que não puderam comparecer ao encontro, se faziam presentes nas
repetidas vezes que invocávamos seus nomes para rememorar os dias desfrutados
juntos sobre nossas motocicletas, ou para os incluir nos planejamentos de futuras aventuras.
(Escrito por: Wellington)






Um comentário:
Ótima narrativa, amigo Wellington. Parabéns pelo texto!!
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